• Formado em Medicina pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).
  • Residência de Neurocirurgia na Santa Casa de Belo Horizonte.
  • Fellow em Radiocirurgia e Neurocirurgia Funcional pela Universidade da Califórnia Los Angeles (UCLA) EUA.
  • Neurocirurgião do Corpo clínico do Hospital Sirio Libanês e Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo
  • Autor do Neurosurgery Blog
  • Autor de 4 livros
  • Colaborador na criação de 11 aplicativos médicos.
  • Editor do Canal do YouTube NeurocirurgiaBR
  • Diretor de Tecnologia de Informação da Associação Paulista de Medicina (APM) 
  • Delegado da Associação Médica Brasileira (AMB)

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Câncer de intestino E Câncer Colorretal Está Aumentando Muito? Por Que e Quem Está em Risco. JULIO PEREIRA NEUROCIRURGIÃO

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O câncer de intestino (cólon e reto) frequentemente se desenvolve de forma silenciosa nos estágios iniciais, mas apresenta alguns sinais de alerta que devem ser valorizados, especialmente após os 50 anos. Os sintomas mais comuns incluem mudança no hábito intestinal (alternância entre diarreia e prisão de ventre), sangue nas fezes (visível ou oculto), anemia por deficiência de ferro sem causa aparente, dor abdominal persistente ou cólicas e sensação de evacuação incompleta. Muitos pacientes relatam também perda de peso involuntária, fadiga e fraqueza sem explicação. Esses sinais são frequentemente ignorados ou atribuídos a problemas benignos como hemorroidas ou síndrome do intestino irritável, o que atrasa o diagnóstico.

Em fases mais avançadas, podem surgir obstrução intestinal, sangue vivo nas fezes, emagrecimento acentuado e sintomas de disseminação da doença, como dor óssea ou icterícia (quando há metástases hepáticas). É importante destacar que o câncer de intestino tem alta chance de cura quando descoberto precocemente. Por isso, a presença de qualquer um desses sintomas, principalmente se persistentes por mais de duas semanas, deve motivar a procura imediata por um médico para investigação com colonoscopia. A prevenção e o rastreamento com exame de sangue oculto nas fezes ou colonoscopia a partir dos 45-50 anos são fundamentais para reduzir a mortalidade por essa doença.